sexta-feira, 23 de março de 2007

Olá a todos/as que me visitam!

Tenho andado longe do meu cantinho, primeiro por falta de tempo, segundo por situações tristes que entretanto aconteceram nestes ultimos dias (fez ontem uma semana).
Devem estar a pensar o que terá acontecido?
Pois bem, a minha família, mais da parte do meu marido, ficou mais pequena na passada semana. A avó do meu B. "foi para o céu", estava hospitalizada com uma doença terminal, doença essa que tivémos conhecimento quinze dias antes e até que fechou os olhinhos foi tudo muito rápido, dificil de se digerir, mas enfim, está no seu descanso, não tem mais dores nem sofre mais.
Não sabia como haveria de dizer ao B.. Mas por acaso correu melhor do que eu pensava, penso que ele tenha entendido, ele coitadito já não via à avó há 3 semanas e talvez isso tenho suavizado a situação, só com o tempo para poder avaliar. Uma coisa é certa não tem perguntado pela avó.

Já vai longo o post e este é muito triste, espero que tão depressa não volte a escrever outro com o mesmo tema.

Jinhos a quem me acompanha.

terça-feira, 13 de março de 2007

...

Estou um pouco... como hei-de dizer... Embasbacada com as directrizes do "nossos" Centros de Saúde em relação às Creches e Escolas.
Passo a explicar:

Ontem telefonaram-me da escolinha do B. para ir buscá-lo pois o menino apresentava 38,7º de febre e queixava-se de dores de barriga.
Como qualquer mãe, fiquei logo angustiada, pois não sabia ao certo o que era e não estava perto dele. Saí do trabalho a correr para ir ter com ele.
Chegando lá, vejo o meu menino sentadinho na cadeirinha, um pouquinho (apenas um pouquinho) amarelito, bem disposto, quente mas nada mais. Pergunto à B. se lhe deram alguma coisa para a febre ao que me responde que não, que não têm autorização nem medicamentos na escola!
Vou directa a casa, dar-lhe a medicação, pois não ando com benu-run nem brufen na mala! Meço-lhe a temperatura e qual o meu espanto quando dá apenas 37,1º. Espero um pouco, meço outra vez, 37,5º. Pelo sim pelo não, coloco-lhe um supositorio (passei a noite a tira-lhe a febre, não fosse ela aparecer sem dar por isso).
O B. sempre bem disposto, quentinho sim mas não o suficiente para se considerar febre.
Mas a parte que me deixou mais embasbacada foi...
Hoje chegando à escola, pergunto à F. (educadora) o porquê de não darem nada às crianças após avisarem os pais, visto que eles os vêm buscar. A resposta que me foi dada foi que o Centro de Saude "proibiu" as escolas de medicarem as crianças com febre, apenas aquelas que levem atestado médico para os dias em que estão doentes ou aquelas crianças que fazem convulsões e mesmo assim só com atestado médico também.
Perguntei eu, na minha ingenuidade, desde que detectaram a febre até que o consegui medicar, passaram 45 minutos e se neste espaço de tempo a febre subisse (por acaso baixou, mas se fosse ao contrário?) o que lhe faziam? A resposta foi um encolher de ombros, visto que são ordens do "governo".
Agora digam-me lá, acham isto correcto? Pelos visto preferem levar uma criança a fazer convulsões a lhe darem medicação, não estou a falar da professora ou da escola, mas sim dos nossos governantes e dirigentes.
Com os vossos filhos também é assim??

Estou que tou...


Ps- Hiiiii! Ganda testemunho! Uma salva de palmas a quem chegou ao fim. Jinhos doces

segunda-feira, 12 de março de 2007

Desaparecida

É como tenho andado.
Alguns problemazitos a resolver.

O B. tem andado doentinho, muita ranhoca, alguma tosse mas nada de mais grave, as doenças das crianças como lhes chamam.

As rotinas são sempre as mesmas, escolinha, futebol, natação... e brincadeira, muita brincadeira. Tem que aproveitar agora porque com o passar dos anos o tempo de brincar vai ficando para trás, o tempo sem preocupações também...

Hoje, estou como o tempo, sem sol, enevoado, um dia triste.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Carinhoso

Não sei se foi por ontem ou por ele mesmo mas hoje acordou com vontade de dar abraçinhos à mãmã e quando lhe perguntei o que se passava disse-me com o seu ar mais doce:
"- Nada, mãmã,só me apeteceu dar-te um abraçinho".
Digam lá se se consegue manter a zanga por muito tempo! Se se consegue mostrar que estamos tristes com as acções da noite passada!
Eu não consigo! Eu derreti-me logo!

O que vale é que, o meu filho o que tem de "pestinha" tem de "anjinho".


Hora de Jantar

A hora de jantar ontem foi muito complicada.
O B. nunca me tinha feito uma destas.
O piqueno preferiu ir para a cama sem comer, de estômago vazio a comer o que lhe demos para jantar, arrozinho que ele adora (podia viver na China que não morria de fome) com ovinho e salsichas (algo que ele também gosta).
Ontem estava em dia não, em dia de dizer que não gostava do comer.
E para que não tentássemos fazê-lo comer, começou a puxar a tosse (manha já muito antiga)para que a seguir ficasse com vomitos.
Conclusão: Foi para a cama de castigo sem comer (pela 1ª vez na vidita dele), sem ver televisão e sem comer chocolates kinder nos próximos dias. Tentei negociar com ele mas mesmo assim de tão teimoso e casmurro que é preferiu escolher o castigo!
Vai ficar sem comer Ovinhos Kinder durante uns dias e isso vai custar-lhe muito mas tem que ser, tem que aprender que as coisas não são como ele quer, não podemos estar sempre a ceder, a fazer-lhe todas as vontades, ele é o filho, nós somos os pais.
Não imaginam como o meu coração ficou apertado de saber que ele foi dormir sem comer, mas teve que ser. Mãe sofre!